Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena - Alexandre Pires



Letra de Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena, canción donde Alexandre Pires interpreta uno de los temas que más suenan en el albúm DNA Musical. Si te gusta la buena musica y te apasiona conocer letras de canciones de Alexandre Pires no te pierdas este single llamado Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena, no querras parar de escucharlo.

Letra Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena - Alexandre Pires

Escuchar Alexandre Pires Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena Lyric Video.

Alexandre Pires canta la cancion Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena dentro de su album DNA Musical, os dejamos con la letra de Pot-Pourri: Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena para que la podais disfrutar. En el menu teneis mas letras del album DNA Musical y de Alexandre Pires.


[ De: https://www.dicelacancion.com/letra/alexandre-pires/pot-pourri-aguas-de-marco-e-com-esse-que-eu-vou-madalena ]

É pau, é pedra É o fim do caminho É
um resto de toco É um pouco sozinho...
É um caco de vidro É a vida, é o sol
É a noite, é a morte É um laço, é o
anzol... É peroba do campo O nó da
madeira Caingá, Candeia É o
matita-pereira... É madeira de vento
Tombo da ribanceira É um mistério
profundo É o queira ou não queira...
É o vento ventando É o fim da ladeira
É a viga, é o vão Festa da
Cumieira... É a chuva chovendo É
conversa ribeira Das águas de março É
o fim da canseira... É o pé é o chão
É a marcha estradeira Passarinho na
mão Pedra de atiradeira... Uma ave no
céu Uma ave no chão É um regato, é
uma fonte É um pedaço de pão... É o
fundo do poço É o fim do caminho No
rosto o desgosto É um pouco sozinho...
É um estrepe, é um prego É uma ponta,
é um ponto É um pingo pingando É uma
conta, é um conto... É um peixe, é um
gesto É uma prata brilhando É a luz da
manhã É o tijolo chegando... É a
lenha, é o dia É o fim da picada É a
garrafa de cana Estilhaço na estrada...
É o projeto da casa É o corpo na cama
É o carro enguiçado É a lama, é a
lama... É um passo é uma ponte É um
sapo, é uma rã É um resto de mato Na
luz da manhã... São as águas de
março Fechando o verão É a promessa
de vida No teu coração... É com esse
que eu vou, Sambar até, cair no chão,
Com esse que eu vou, Desabafar com a
multidão, Se ninguém se animar, Eu vou
quebrar meu tamborim, Mas se a turma
gostar, Vai ser pra mim. É com esse que
eu vou, Sambar até, cair no chão, Com
esse que eu vou, Desabafar com a
multidão, Se ninguém se animar, Eu vou
quebrar meu tamborim, Mas se a turma
gostar, Vai ser pra mim. Quero ver, O
ronca, ronca da cuíca, Gente pobre,
gente rica, Deputado e Senador, Quebra,
quebra, Quero ver cabrocha boa, No piano
da patroa, Batucando, é com esse que eu
vou ! O quebra, quebra, Quero ver
cabrocha boa, No piano da patroa,
Batucando, é com esse que eu vou !....
Ô Madalena O meu peite percebeu Que o
mar é uma gota Comparado ao pranto meu
Fique certa Quando o nosso amor esperto
Logo o sol se desespera E se esconde la
na serra Êi Madalena O que é meu nao
se divide Nem tao pouco se admite Quem
do nosso amor duvide Até a lua Se
arrisca no palpite Que o nosso amor
existe Forte ou fraco Alegre ou
triste... Ma, ô Mada, Ô Madalena Ô
madale le le le le le na ô Ma...
Insertada: Anonimo

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